Grito Número Cento e Setenta e Cinco:
Postado por Dan Arsky Lombardi às 16:52 4 comentários
Grito Número Cento e Setenta e Quatro:
Existem milhões de metáforas legais que eu poderia usar.
Mas meu coração é só víscera, um punhado de carne.
Eu te amo e ponto final, sem metáfora, simples assim, como o amor deve ser.
Postado por Dan Arsky Lombardi às 18:50 3 comentários
Grito Número Cento e Setenta e Três:
Fingi ter o coração pequeno
Para a que a dor fosse minúscula
Como se fosse só uma gota, uma gota só de veneno
Mas a dor é astuta, sempre é proporcional
Naquele dia sofri dela, tão bruta, com meu coração pequeno
A dor mais colossal.
Postado por Dan Arsky Lombardi às 14:22 2 comentários
Grito Número Cento e Setenta e Dois:
Postado por Dan Arsky Lombardi às 22:07 2 comentários
Grito Número Cento e Setenta e Um:
O MISANTROPO (clique na tirinha para ver em tamanho grande)
misantropo |ô|
(grego misánthropos, -os, -on)
Postado por Dan Arsky Lombardi às 21:20 0 comentários
Grito Número Cento e Setenta:
Postado por Dan Arsky Lombardi às 11:55 3 comentários
Grito Número Cento e Sessenta e Nove:
Postado por Dan Arsky Lombardi às 13:00 2 comentários
Grito Número Cento e Sessenta e Oito:
DE PEDRA
Postado por Dan Arsky Lombardi às 14:49 1 comentários
Grito Número Cento e Sessenta e Sete:
...Ah, eu e minha mania boba de romantizar os personagens da vida real!
Postado por Dan Arsky Lombardi às 23:22 5 comentários
Grito Número Cento e Sessenta e Seis:
Uma linha escrita é um pedaço da gente posto para fora.
Às vezes é um teco que se vai e dói tanto...
Às vezes é um alívio ver o pedaço partindo, escorrendo pelo ralo abaixo.
Algumas vezes é suspiro, algumas vezes é grito.
E por mais estranho que pareça, há uns vários estranhos levando pedaços meus em seus bolsos.
Postado por Dan Arsky Lombardi às 21:05 2 comentários
Grito Número Cento e Sessenta e Cinco:
Postado por Dan Arsky Lombardi às 23:05 2 comentários
Grito Número Cento e Sessenta e Quatro:
Mas é, como se uma recompensa fosse, recebê-la.
Um pétala sozinha, não vai nunca fazer arder a primavera, mas abre um sorriso de canto de boca da dona da pele que a toca. E se houver maré de flores em breve, que venham os sorrisos.
Mas aquela pétala é inesquecível...
Postado por Dan Arsky Lombardi às 20:08 1 comentários
Grito Número Cento e Sessenta e Três:
Postado por Dan Arsky Lombardi às 23:30 0 comentários
Grito Número Cento e Sessenta e Dois:
Postado por Dan Arsky Lombardi às 22:42 1 comentários
Grito Número Cento e Sessenta e Um:
Postado por Dan Arsky Lombardi às 22:54 1 comentários
Grito Número Cento e Sessenta:
Luz que ofusca a visão e voz que condena
Minha alma que te ama é a mesma que me envenena
Mundo de perfídia e escárnio paralelo
Com o pouco que construo, de labuta me flagelo
Com o suor enxugado pelos calos, acorrentado por liberdade
Tiro de mim o que mais incomoda de verdade
Sem mais olhos em olhares
Nenhum navio no porto
O dia em que deixei de amar
Foi o dia em que me encontrei morto.
Postado por Dan Arsky Lombardi às 20:47 2 comentários
Grito Número Cento e Sessenta:
Postado por Dan Arsky Lombardi às 16:06 3 comentários
Grito Número Cento e Cinquenta e Nove:
Qual as sombras que protegiam, escuras iguais, havia a sobra da noite fria, do monte calvo e das hostes celestiais.
Embora não fosse o morro que chorasse as noites e as sombras como se vivo, eram as minhas almas, de meu peito.
Eu era o monte Calvo, eu era meu próprio inimigo.
Escute enquanto lê:
Postado por Dan Arsky Lombardi às 22:23 0 comentários
Grito Número Cento e Cinquenta e Oito:
Tudo o que nos compõe, obviamente, é parte de nós. Pedaços que, como tijoletas, nos moldam. E como qualquer coisa em meio ao caos, podem, de uma hora para outra, gritar e agir como se possuídas por demônios. Postado por Dan Arsky Lombardi às 13:25 2 comentários
Grito Número Cento e Cinquenta e Sete:
Postado por Dan Arsky Lombardi às 19:33 2 comentários
Grito Número Cento e Cinquenta e Seis:
Desde sempre me identifiquei com diversos elementos da contracultura: nas artes plásticas, na música e nas atitudes e no modo vanguardista de pensar. E de certo modo parte dessa gama ajudou na construção do meu caráter atual.
Uma das secções que mais aprecio e me idenfifico é o punk, não há como negar que isso faça parte de quem eu sou. Gosto de quase tudo que foi parido pelo punk: de hardcore, pós-punk, metalcore e de outros gêneros alternativos que tenham um salpico de tendência da moicanada do final da década de 70.Sempre admirei a postura político e o modo escrachado e tosco de se expressar. O ato de cuspir (n)aquilo que é intragável na sociedade. E criticar os costumes, ridendo castigat mores, simplesmente fazendo diferente, com um alfinete na orelha e um cabelo espetado já se tinha o bastante para criticar o mundo e tentar mudá-lo.
"Mudar o mundo" sempre será bonito, mesmo no dia que o mundo dispense mudanças.
Mais de trinta anos passados do fatídico ano de 1977, depois do Ramones, do Clash, do Ratos de Porão, do Inocentes e de todas as outras "desgraceiras" terem gritado as palavras da desordem e da mudança. Hoje essas palavras musicadas em poucos acordes tornaram-se hinos para alguns, mas não surtem mais o mesmo efeito chocante de antes.
Hoje o baixo calão e o desdém imperam no cotidiano. Do esbarrão no trem ao táxi roubado de alguém que estava na frente, nas furadas de fila e no funk dos celulares.
Hoje em dia, valer-se da educação, da construção e defesa dos direitos dos sem voz é o novo "destruir e contestar", é a nova face da contracultura, visto que contracultura é o inverso do popular.
Dizer "muito obrigado" é um dos maiores protestos do século XXI, enquanto "por favor" é o novo molotov.
ATACAR!
Postado por Dan Arsky Lombardi às 22:57 3 comentários
Grito Número Cento e Cinquenta e Cinco:
Postado por Dan Arsky Lombardi às 20:37 2 comentários
Grito Número Cento e Cinquenta e Quatro:
Outra folha de papel rasgada
Mais uma marcação no calendário
O tempo borra a visão do escafandro
E você não tem nada na mão!
Mais uma feição envergonhada
Mais uma vez o brado de falsário
Um homem está se tornando
Mas trata-se de um homem sem pão!
Isso tudo irá passar
As lágrimas vão secar
É só mais uma pequena decepção!
E quando o nada se evidenciar
Ou a medalha imaginária se apagar?
Será só mais um vexame na minha coleção?
Postado por Dan Arsky Lombardi às 00:07 0 comentários
Grito Número Cento e Cinquenta e Três:
Postado por Dan Arsky Lombardi às 21:16 3 comentários
Grito Número Cento e Cinquenta e Dois:
Estava por baixo, tudo azul de tristeza e problemas.Era um homem bom, não poderia sofrer sem motivos, a culpa era de alguém, era a hora de lutar.
Pegou o papel, já amarelado pelo tempo e passou a vista pela lista dos culpados de suas escaras.
O único nome em sua lista negra era o seu próprio nome.
E deu início ao combate mais árduo de todos os tempos.
Postado por Dan Arsky Lombardi às 10:41 4 comentários
Grito Número Cento e Cinquenta e Um:
Postado por Dan Arsky Lombardi às 10:40 3 comentários
Grito Número Cento e Cinquenta:
Postado por Dan Arsky Lombardi às 20:40 0 comentários
Grito Número Cento e Quarenta e Nove:
Postado por Dan Arsky Lombardi às 22:38 5 comentários
Grito Número Cento e Quarenta e Oito:
Quero crer, mas não vejo fé, nem mesmo em mim
Minha face carrega o resto do corpo
Em um barco ou em um copo com fósforo ou gim
Ser o poeta da carne, o escritor maldito
Por isso fugir, por isso aflito
Por isso superar
O limite entre céu e mar
(O horizonte está torto)
A maleta, o chapéu
O cachimbo, o pincel
A batalha contra o eu
E as estrelas gritando no céu
(-Esquiva do gancho, pega o canalha!)
E assim, que toda fé (ou falta dela) se esqueça
Pois tudo faz sentido
Quanto tudo além do umbigo
Está de ponta cabeça
(E isso continua a não ser um poema.)
Postado por Dan Arsky Lombardi às 12:24 0 comentários
Grito Número Cento e Quarenta e Sete:
Postado por Dan Arsky Lombardi às 22:24 1 comentários
Grito Número Cento e Quarenta e Seis:
Postado por Dan Arsky Lombardi às 21:54 5 comentários
Grito Número Cento e Quarenta e Cinco:

Postado por Dan Arsky Lombardi às 20:32 4 comentários
Grito Número Cento e Quarenta e Quatro:
Postado por Dan Arsky Lombardi às 22:30 3 comentários
Grito Número Cento e Quarenta e Três:
Postado por Dan Arsky Lombardi às 10:35 3 comentários
Grito Número Cento e Quarenta e Dois:


Postado por Dan Arsky Lombardi às 09:08 3 comentários
Grito Número Cento e Quarenta e Um:

Postado por Dan Arsky Lombardi às 21:05 3 comentários
Grito Número Cento e Quarenta:

Postado por Dan Arsky Lombardi às 21:32 4 comentários
Grito Número Cento e Trinta e Nove:
Postado por Dan Arsky Lombardi às 22:47 2 comentários
Grito Número Cento e Trinta e Oito:
Postado por Dan Arsky Lombardi às 09:25 3 comentários
Grito Número Cento e Trinta e Sete:
Postado por Dan Arsky Lombardi às 20:29 4 comentários
Grito Número Cento e Trinta e Seis:
Postado por Dan Arsky Lombardi às 22:03 3 comentários
Grito Número Cento e Trinta e Cinco:
Postado por Dan Arsky Lombardi às 21:27 6 comentários
Grito Número Cento e Trinta e Quatro:

Postado por Dan Arsky Lombardi às 21:26 0 comentários












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