Grito Número Vinte e Oito:

domingo, 14 de março de 2010


Artista Suicida

Pensou e logo deixou de existir. Descartés errou feio para a moça.
Não adiantou correr da ânsia de produzir arte.
Fazia mal, era a todo momento. Sempre em rabiscos mostrar a ânsia de viver. Rabiscos do mal, a agonia saía do peito e ia ao papel, mas dos olhos ao peito voltavam.
Foi tiro e queda, literalmente.
Um suspiro, um estalo, um esguicho.
Não houve mais música, mais filmes, mais arte.
Mas os miolos no chão formaram mosaicos bonitos.

2 comentários:

Edgar Semedo disse...

Há beleza nas coisas tristes.

Obrigado pela visita ao meu blog.


Irei voltar aqui ao teu espaço com regularidade.

Tudo de bom,

E.

lucas disse...

td tem suas consequências...
após a morte tbm a arte...

mto bom dani..

comentarei sempre ki puder ...

abraço..

positive vibrations..